Case de sucesso

Belo Horizonte, uma cidade inteligente

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Capítulo 1
A história
Concessionária tem como missão modernizar o parque de iluminação pública de Belo Horizonte

mil

pontos telegestionados até o momento

%

é a expectativa de redução do consumo

R$

milhões é quantia que a prefeitura irá economizar por ano

Cada vez mais, é possível ver que as smart cities estão saindo do papel e se tornando realidade. E o interessante é que para vivenciá-las, não precisamos ir longe: com a evolução na legislação da gestão da iluminação pública, a BHIP, conquistou a concessão para explorar a iluminação pública da capital mineira.

A capital mineira apresenta alto consumo de energia elétrica devido ao sistema obsoleto e necessidade de manutenções recorrentes. Desta forma, a concessionária tem como missão garantir maior disponibilidade da iluminação pública, melhor qualidade do serviço por meio da modernização e redução no consumo energético para o município. Além de atender as normas técnicas e requisitos da prefeitura, a concessionaria é responsável por instalar um sistema de telegestão, tornando a iluminação pública de Belo Horizonte um projeto inovador e alinhado ao conceito de smart cities.

“Este é um processo complexo que requer um trabalho muito estratégico e de grande responsabilidade. Por isso, buscávamos um parceiro que garantisse a qualidade do serviço para enfrentarmos os desafios que surgirão ao longo desse projeto pioneiro no País”, explica Marcelo Bruzzi, CEO da BHIP.

Para realizar esse projeto, a concessionária teve como parceiro a Logicalis, que proporcionou soluções tecnológicas adequadas e que atendesse os agressivos níveis de serviço exigidos nesse segmento.

Juntas, empresas desenvolveram o maior projeto de iluminação pública da América Latina

Capítulo 2
O processo
Solução de telegestão controla remotamente todas as luminárias públicas da cidade

Baseada nos conceitos de smart grid e IoT, a solução de telegestão é capaz de monitorar remotamente todas as luminárias telegestionadas da cidade. Com a tecnologia, a prefeitura recebe informações em tempo real para tomar decisões e realizar ações preventivamente. Desta forma, antes mesmo de ser notificada pelos cidadãos sobre a falta de luz em algum local, é possível tratar proativamente o problema.

Para tornar a telegestão realidade, o primeiro passo foi a substituição dos sensores fotoelétricos por controladores, que enviam informações da luminária ao software de gerenciamento. Controlado remotamente por um operador da concessionária, o sistema integra todos os dados capturados pelos sensores, possibilitando assim, uma tomada de decisão mais precisa e, consequentemente, o envio de comandos aos postes de iluminação.

Em seu primeiro ano, o projeto já conta com 12 mil pontos telegestionados, e fechará o ano de 2019 com mais 18 mil pontos, ou seja, cerca de 20% do parque.
A Logicalis foi responsável pelos serviços de integração da solução de telegestão, utilizando controladores, uma rede mesh, backhaul móvel e sistemas de gestão da rede IoT e das luminárias, permitindo atuação remota.

Além disso, é a provedora dos serviços de suporte e manutenção de de toda a solução.


Capítulo 3
Os benefícios
Cidade consegue reduzir os custos com energia e pode oferecer novos serviços à população

1

Redução dos custos de manutenção através da visualização das falhas


2

Redução de gastos com energia elétrica pela atuação e dimerização das luminárias


3

Redução no tempo de reparo de problemas pela identificação geográfica


4

Possibilidade de receitas acessórias futuras pelo uso da rede de IoT em funcionamento

A importância do modelo

Com estas soluções, esse projeto se torna o maior de smart cities em andamento no Brasil e na América Latina. Com ele, há uma melhoria na gestão do uso de energia, pois a tecnologia permite, por exemplo, ajustar a intensidade da iluminação das ruas conforme a demanda, bem como ligar e desligar as lâmpadas remotamente, com base nas informações emitidas pelos sensores. Isso contribui para uma redução de até 45% de seu consumo, o que pode representar uma economia anual de R$ 25 milhões à prefeitura.

A rede de serviços

Os sensores e dispositivos inteligentes farão parte de uma rede de serviços de valor para a cidade, gerando ainda mais conforto para o cidadão de Belo Horizonte, uma vez que o projeto impacta positivamente na segurança da cidade, já que melhora o serviço de iluminação nas ruas, contribuindo para a redução de acidentes noturnos e da criminalidade. Além disso, o projeto beneficiará a concessionária, que terá receitas acessórias por meio do uso desta tecnologia.

A infraestrutura

Com a infraestrutura de comunicação implementada a partir do projeto, é possível adotar uma série de novas tecnologias de smart cities, que beneficiem outros segmentos da sociedade com soluções que podem auxiliar, por exemplo, o monitoramento inteligente do trafego de veículos, com a utilização de sensores nos semáforos e melhorar a gestão das vagas em vias públicas com Smart Parking.

Também será possível agregar soluções de gestão ambiental, como sensores para medir a qualidade do ar, previsibilidade pluviométrica para medir o índice de chuvas, assim como boeiros inteligentes para auxiliar a coleta de lixo e alertar possíveis pontos de alagamentos.

“Com esse projeto damos um grande passo em direção à construção de cidades inteligentes no Brasil, pois ele alavancA outras iniciativas que trazem melhorias para o município e seus cidadãos”

Marcelo Bruzzi, CEO da BHIP